Para comemorar este dia realizou-se também a Fase Escola das IX Olimpíadas da Floresta que teve lugar no dia 21 de Novembro, uma vez que dia 23 foi Domingo. Esta foi uma actividade de eleição!!! Nela participaram 19 alunos do 1º ciclo, 69 alunos do 2º ciclo e 67alunos do 3º ciclo.
Resultados das Olimpíadas da Floresta
1º Ciclo:
1º Lugar: André Gonçalves -3º ano -24 questões
2º Lugar: Bruno Vieira -4º ano -19 questões
3º Lugar: Tomás Vilas Boas -4º ano -18 questões
2º Ciclo
1º Lugar: José Costa -6º ano -24 questões
2º Lugar: Jéssica Viana -6º ano -22 questões
3º Lugar: Sara Martins -5º ano -20 questões
3º Ciclo
1º Lugar: Fabiana Gonçalves -9º ano -37 questões
2º Lugar: Carla Barbosa -9º ano -35 questões
3º Lugar: João Costa -9º ano -33 questões
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
Dia da Floresta Autóctone - dia 23 de Novembro
Porquê o Dia da Floresta Autóctone?O Dia da Floresta Autóctone (23 de Novembro) foi estabelecido para promover a divulgação da importância económica e ambiental da conservação das florestas naturais e a necessidade de as salvaguardar da destruição. Este dia está mais adaptado às condições climatéricas portuguesas para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, alternativo ao Dia Mundial da Floresta - 21 de Março, criado inicialmente para os países do Norte da Europa.
Esta pior relação com a plantação em Março prende-se com a ausência a curto prazo de um facto essencial ao desenvolvimento da jovem árvore – a água. A plantação de árvores no início da Primavera em Portugal apresenta frequentemente um baixo sucesso, associado ao aumento das temperaturas e redução das chuvas que se faz sentir com a proximidade do Verão. Nesta altura torna-se mais adequado, na situação portuguesa, ver o desenvolvimento das áreas plantadas em Novembro ou até para uma visita à floresta.
A participação e colaboração de todos é fundamental para a protecção da nossa floresta autóctone, nomeadamente na recolha de algumas sementes, na sua germinação e plantação. Para mais esclarecimentos sobre quais as árvores mais adequadas na sua região, contacte a cooperativa da sua zona ou os serviços florestais.
Esta pior relação com a plantação em Março prende-se com a ausência a curto prazo de um facto essencial ao desenvolvimento da jovem árvore – a água. A plantação de árvores no início da Primavera em Portugal apresenta frequentemente um baixo sucesso, associado ao aumento das temperaturas e redução das chuvas que se faz sentir com a proximidade do Verão. Nesta altura torna-se mais adequado, na situação portuguesa, ver o desenvolvimento das áreas plantadas em Novembro ou até para uma visita à floresta.
A participação e colaboração de todos é fundamental para a protecção da nossa floresta autóctone, nomeadamente na recolha de algumas sementes, na sua germinação e plantação. Para mais esclarecimentos sobre quais as árvores mais adequadas na sua região, contacte a cooperativa da sua zona ou os serviços florestais.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Comemoração do S. Martinho - Festa do Castanheiro
Como é habitual, os Clubes da Floresta comemoraram o S. Martinho das mais variadas formas, realizando trabalhos, coligindo provérbios, procurando adivinhas, fazendo magustos, num conjunto de actividades alusivas ao Outono PROSEPE. O magusto, com a festa associada, continua a ser a actividade mais comum para comemorar o Dia de S. Martinho na nossa escola e já é habitualmente uma actividade organizada pelo Departamento de Línguas e de Expressões. Aqui ficam algumas das pesquisas realizadas pelos alunos do clube.
O Castanheiro
O castanheiro é uma espécie nobre por excelência proporciona os frutos, a madeira, a sombra, o abrigo e enriquece e melhora os solos em que vive.
O castanheiro tem um valor paisagístico importante quer pelo seu rebentamento mais tardio na Primavera para se precaver das grandes geadas quer pela tonalidade e copagem na paisagem quer ainda pelas tonalidades outonais das suas folhas durante a queda. Para combater os incêndios requer-se uma nova mentalidade dos empresários florestais e dos técnicos dos serviços florestais bem como da população. Esta deve ser sensibilizada quando ainda criança no meio familiar e escolar para a riqueza da floresta como um bem imprescindível à vida. Assim nas escolas têm-se desenvolvido vários projectos ambientais sendo o mais continuado e de maior impacto e abrangência o PROSEPE (Projecto de Sensibilização da População Escolar) de que faz parte o nosso clube da floresta: "Os Clorofila".
O castanheiro tem um valor paisagístico importante quer pelo seu rebentamento mais tardio na Primavera para se precaver das grandes geadas quer pela tonalidade e copagem na paisagem quer ainda pelas tonalidades outonais das suas folhas durante a queda. Para combater os incêndios requer-se uma nova mentalidade dos empresários florestais e dos técnicos dos serviços florestais bem como da população. Esta deve ser sensibilizada quando ainda criança no meio familiar e escolar para a riqueza da floresta como um bem imprescindível à vida. Assim nas escolas têm-se desenvolvido vários projectos ambientais sendo o mais continuado e de maior impacto e abrangência o PROSEPE (Projecto de Sensibilização da População Escolar) de que faz parte o nosso clube da floresta: "Os Clorofila".
Provérbios sobre o castanheiro:
A castanha é de quem a come e não de quem a apanha.
A castanha e o besugo em Fevereiro não têm sumo.
A castanha excita o coito e alimenta muito.
A castanha tem três capas de Inverno: a primeira mete medo a segunda é lustrosa e a terceira é amarga.
A castanha tem uma manha quem a vê logo a apanha.
A castanha tem uma manha vai com quem a apanha.
A castanha veste três camisas: uma de tormentos, outra de estopa e outra de linho.
A castanheira de rama amarela em Agosto, tem a tinta no rosto.
Andam os castanheiros ao boi.
Ao assar as castanhas as que estouram são as mentiras dos presentes.
Arreganha-te castanha, que amanhã é o teu dia.
Arroz e castanha é de quem as apanha.
As castanhas apanham-se quando caem.
As castanhas enfiam nas três primeiras manhãs de Agosto. Se as manhãs forem quentes. é sinal de bom ano de castanhas e se forem frias será mau ano de castanhas.
Receita: Bolo de Castanha recheado
300 g de castanhas
200 g de açúcar;
4 ovos;
1 colher (chá) de fermento Royal.
Recheio:
500 g de castanhas;
3 gemas de ovos;
150 g de açúcar;
200 g de margarina;
1 cálice de whisky.
Cozem-se as castanhas e passam-se pelo passe-vite. Juntam-si as gemas e o açúcar, bate-se, mistura-se a farinha, o fermento as claras em castelo. Por fim, vai ao forno cerca de 30 minutos Recheio:
Derrete-se a manteiga, junta-se o açúcar, o puré das castanhas as gemas e o cálice de whisky. No fim recheie o bolo com est preparado.
200 g de açúcar;
4 ovos;
1 colher (chá) de fermento Royal.
Recheio:
500 g de castanhas;
3 gemas de ovos;
150 g de açúcar;
200 g de margarina;
1 cálice de whisky.
Cozem-se as castanhas e passam-se pelo passe-vite. Juntam-si as gemas e o açúcar, bate-se, mistura-se a farinha, o fermento as claras em castelo. Por fim, vai ao forno cerca de 30 minutos Recheio:
Derrete-se a manteiga, junta-se o açúcar, o puré das castanhas as gemas e o cálice de whisky. No fim recheie o bolo com est preparado.
adapatado de: Lage, Jorge(2002). A Castanha. Saberes e Sabores. Edição, Câmara Municipal de Valpaços, 2ª edição.
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